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Cidade apresenta crescimento robusto e deixa para trás conceito de cidade-dormitório

Portaria Jardins LyonSe ainda restava alguma dúvida, os números divulgados no fim do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) trataram de encerrar, de vez, a velha narrativa que insistia em rotular Aparecida de Goiânia como uma simples cidade-dormitório. Em 2023, o município da Região Metropolitana de Goiânia consolidou-se como a segunda maior economia do Centro-Oeste, excetuando as capitais, ao elevar seu Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 17,7 bilhões para expressivos R$ 20,4 bilhões.

No ranking da produção de riquezas, Aparecida ultrapassou, pela primeira vez, Anápolis — cidade que por décadas olhou a cidade da Região Metropolitana pelo retrovisor. A virada, no entanto, não foi obra do acaso. Os indicadores já apontavam uma trajetória de crescimento consistente. Em 2010, o PIB aparecidense era de R$ 5,8 bilhões. Em 2021, chegou a R$ 16,9 bilhões, um avanço de impressionantes 192% em pouco mais de uma década.

Esse desempenho reflete uma economia diversificada e resiliente, ancorada na indústria, no comércio e na prestação de serviços. A vitalidade do município pode ser medida, também, pelo dinamismo empresarial: ao longo dos 365 dias de 2025, 19.995 novas empresas se instalaram na cidade, conforme levantamento da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg). Na prática, isso significa que, todos os dias — incluindo feriados e fins de semana — 54 novos CNPJs passaram a operar em Aparecida de Goiânia.

Perfil econômico e demográfico

O tecido produtivo local é formado majoritariamente por empresas dos setores de serviços, comércio e indústria. Juntos, esses segmentos respondem por 87% dos 126.732 empregos formais ativos no município, de acordo com dados de outubro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O crescimento econômico veio acompanhado de expansão populacional. Segundo o Censo de 2022, Aparecida de Goiânia atingiu 527.550 habitantes, um aumento de 15,76% em relação ao levantamento de 2010. Trata-se de uma das cidades que mais crescem em Goiás, tanto em população quanto em relevância econômica.

Nem todos os setores, porém, conseguiram acompanhar esse ritmo acelerado. A construção civil, por exemplo, enfrenta desafios importantes para atender a demanda crescente. 

Levantamento do Instituto Mauro Borges (IMB) revela que o número de famílias sem casa própria aumentou 122,49% em apenas quatro anos. Em 2020, eram 4.686 famílias nessa condição; em 2023, o número saltou para 10.426. Em outras palavras, a demanda habitacional mais que dobrou, pressionando a demanda local. 

Estoque limitado e oportunidades

Esse descompasso fica evidente quando se observa o estoque de imóveis. Estudo da Brain Inteligência Estratégica, referente ao terceiro trimestre de 2025, aponta que Goiânia e Aparecida somam juntas 11.512 unidades disponíveis, sendo que Aparecida responde por apenas 6,33% desse total - 729 unidades O cenário de alta demanda, baixo estoque e presença de vazios urbanos coloca o município no radar de grandes incorporadoras.

Não por acaso, áreas estratégicas da cidade começam a receber novos projetos de alto padrão. Um dos destaques é a implantação de mais um condomínio fechado da FGR Incorporações, que trará para Aparecida mais uma unidade do conceito Jeito Jardins de Viver.

aparecida jardinsSerá o 9º lançamento da FGR em Aparecida de Goiânia. Previsto para junho deste ano, a área está localizada ao lado do Jardins Miami e contará com quase 300 unidades de casas - o primeiro dessa modalidade nesta região.

Há 32 anos - quando lançou o Jardins Viena -  a empresa vem contribuindo com empreendimentos que oferecem qualidade de vida, conforto, segurança e lazer - com o DNA do ‘Jeito Jardins de Viver’. Um movimento que simboliza, de forma clara, a nova fase do município: uma cidade que deixou de apenas abrigar trabalhadores para se afirmar como polo econômico, urbano e imobiliário em plena expansão.

POR FGR - janeiro 2026